Tomazzoni Contabilidade

Month: dezembro 2020

Seis erros comuns no fluxo de caixa que afetam o dinheiro da sua empresa

Os valores que entram e saem do caixa da empresa devem passam por um rígido controle para que o empresário tenha uma visão do presente (e do futuro) do saldo disponível. Esse gerenciamento das finanças passou a ser ainda mais fundamental para a sobrevivência dos negócios durante a pandemia de covid-19, que reduziu o movimento de clientes nas lojas e causou a queda de faturamento em muitos estabelecimentos.

A gestão do fluxo de caixa também permite ao empreendedor saber a real necessidade da busca de crédito, ao passo que a boa organização é muito importante para deixar as contas em dia, além da contabilização do capital de giro para investimentos e eventuais gastos.

Fique por dentro de outras dicas úteis para o empresário

A fim de aplicar a gestão de fluxo de caixa da melhor maneira, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) listou seis erros mais comuns cometidos pelos empresários. Veja a seguir.

1. Misturar as finanças pessoais com as da empresa

Um dos erros mais comuns cometidos pelos empresários é não separar o orçamento empresarial das contas pessoais, principalmente em momento de crise econômica. Entretanto, o caixa da empresa não deve pagar as contas pessoais do sócio/proprietário. Caso isso aconteça, causará grande risco para o controle financeiro do negócio, uma vez que o empreendedor estaria mascarando as suas finanças e não saberia ao certo o valor que tem à disposição.

No mesmo sentido, ao misturar receitas e despesas pessoais com as da empresa, fica praticamente impossível analisar a viabilidade econômico-financeira do negócio, bem como realizar eventuais ajustes nas despesas e estratégias de vendas para atrair os clientes.

Daí a importância de manter as contas separadas, ou seja, uma para a pessoa física e outra, para a jurídica. Outro aspecto a ser levado em conta diz respeito à fixação de um valor de pró-labore, a fim de que o dinheiro disponível em caixa seja suficiente para o pagamento das contas da empresa e a realização de eventuais investimentos.

2. Não atualizar o fluxo de caixa diariamente 

Geralmente, o fluxo de caixa é avaliado apenas no fim do mês, atitude essa que pode deixar o empreendedor suscetível a surpresas desagradáveis, ainda mais quando se leva em conta as incertezas do atual momento econômico.

Assim, a atualização diária do fluxo de caixa da empresa é necessária. Contudo, muitas vezes, os empresários não conseguem fazer esse fechamento ao fim do dia, principalmente em virtude de outras atividades dos negócios que demandem atenção.

Apesar da dificuldade, o empreendedor precisa ter em mente que as despesas e receitas acontecem todos os dias. Por isso, caso não haja um acompanhamento e uma atualização correta, poderá encontrar problemas para tomada de decisões importantes – por exemplo, analisar a necessidade de dispêndios ou empréstimos ocasionais.

3. Não categorizar as contas da empresa

A categorização das contas permite que o empreendedor entenda melhor como os gastos e as despesas estão divididos, e até mesmo como está sendo a essa evolução. Cada entrada e saída de caixa é diferente da outra, por isso, para se ter uma análise da viabilidade do negócio, é importante saber de onde vieram, para onde foram e quando ocorreram.

Recomenda-se a utilização de uma planilha em Excel ou de um software de gestão para fazer esse tipo de controle. A categorização é essencial para a tomada de decisões, permitindo ao empresário planejar uma cota para cada categoria e otimizar os recursos.

Em um período de crise, a categorização de despesas permite ao empreendedor ter uma visão clara sobre quais custos podem ser reduzidos – ou, até mesmo, cortados. Também propicia descobrir os setores que trazem mais retorno e merecem investimentos e estratégias de vendas.

4. Registrar valores que ainda não entraram

Outro grave erro cometido pelos empresários é o registro de valores de vendas que ainda não entraram. Para que o resultado mostre a real situação do negócio, é preciso trabalhar com os recebimentos que já aconteceram. No caso de compras parceladas, por exemplo, os números devem ser atualizados de acordo com o recebimento de cada parcela, individualmente.

Cabe ressaltar que as vendas a prazo e a inadimplência afetam de forma considerável a saúde financeira da empresa. Nem sempre o que foi projetado em termos de receita, de fato, entrará em caixa, refletindo diretamente no atraso do pagamento das despesas, na falta de recursos para realizar investimentos, no não cumprimento das obrigações financeiras contratadas e na perda da credibilidade no mercado.

5. Não manter uma reserva financeira

Esta ação é essencial para que a empresa consiga manter o fluxo de caixa saudável. Apesar da sua importância, muitas empresas não fazem essa reserva, que serve para diferentes cenários imprevistos (como a atual crise gerada pela pandemia de covid-19), despesas inesperadas, queda na receita ou, até mesmo, para aproveitar algum tipo de oportunidade de investimentos.

Ter uma reserva financeira segura é uma forma de o empreendedor ter resguardo ao passar por eventuais imprevistos, sem ter que recorrer a empréstimos – ou, ainda, para evitar atitudes mais extremas, como o fechamento do negócio.

6. Não usar o fluxo de caixa como uma ferramenta de gestão empresarial

Com uma boa gestão do fluxo de caixa, o empresário consegue se planejar de forma adequada e elaborar orçamentos, além de realizar comparações de despesas e receitas, verificando o comportamento das finanças do negócio.

O fluxo de caixa também serve para que o empresário possa decidir se dispõe de recursos suficientes para realizar investimentos na reabertura do negócio, por exemplo, ou se precisa de capital na forma de empréstimo. Com a análise do fluxo de caixa, também é possível identificar a real necessidade de crédito. Uma redução ou um corte de despesas pode ser o bastante para equilibrar as contas da empresa.

Outra análise que pode ser feita, mediante o capital de giro da empresa, é baseada nos fluxos de recebimento dos clientes e de pagamento dos fornecedores. Se não estiverem adequados, o empreendedor pode adotar medidas preventivas –  por exemplo, negociar contratos ou contratar uma linha de crédito.

Se quiser saber mais sobre o assunto, faça o download da planilha de despesas fixas e variáveis para gerir melhor os custos da sua empresa.

Fonte: FecomercioSP

Aviso de Férias Coletivas

Prezados clientes!

Em virtude de nossas férias coletivas, programadas entre os dias 23/12/2020 e 03/01/2021 solicitamos que antecipem a entrega dos malotes com a documentação do mês de novembro de 2020 (notas, boletos, guias pagas, etc), para que tenhamos tempo hábil de realizar todos os lançamentos contábeis, gerar guias e cumprir as demais obrigações no prazo.

Retornamos nossas atividades normais em 04/01/2021.

Desde já agradecemos e contamos com sua colaboração.

Equipe Tomazzoni Contabilidade

LEVANTAMENTO DE ESTOQUES!

Prezados clientes!

Como já é rotina todos os anos, lembramos da exigência em efetuar o levantamento de estoques existentes em 31/12/2020, e o envio deste ao departamento fiscal do escritório, no prazo máximo de até 08/01/2021 para que possamos realizar a entrega das declarações as quais exigem tal informação.

Desde já agradecemos e contamos com sua colaboração.

Equipe Fiscal – Tomazzoni Contabilidade

Receita não tem acesso a dados do Pix, mas seu saldo total é vigiado

A Receita Federal pode usar o Pix, novo meio de pagamento criado pelo BC, para investigar seus bens e saber das suas movimentações financeiras? Não direta e automaticamente. Em entrevista ao UOL, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do BC, João Manoel de Mello, declarou que as transferências feitas pelo sistema estão protegidas pela lei do sigilo bancário. É preciso uma ordem judicial ou um procedimento administrativo para a Receita ver o que você está movimentando no Pix, assim como já acontece em transferências feitas por TED e DOC. No caso do procedimento administrativo, o contribuinte é intimado a apresentar os extratos bancários. Apesar de não haver fiscalização de transferências individuais, os bancos enviam para a Receita Federal um consolidado com valores globais de todas as operações dos contribuintes. Ou seja, a Receita já sabe e vai continuar sabendo quanto você movimenta de dinheiro pelos bancos -não importa o meio (TED, Doc ou Pix). E o ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse que pode usar o Pix para cobrar um imposto similar à antiga CPMF.

O Pix é apenas uma nova forma de transferir dinheiro, de forma instantânea, e uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento e de remessa de recursos. “Assim como as transferências atuais, elas [as transferências via Pix] estão todas protegidas pela Lei Complementar número 105 [de 2001], do sigilo bancário”, disse Pinho de Mello ao UOL.

Receita recebe dados de movimentações gerais Apesar de não poder bisbilhotar as transferências individuais dos contribuintes feitas pelo Pix, por TED ou por DOC, a Receita Federal recebe das instituições financeiras os valores globais consolidados das movimentações financeiras dos contribuintes. Com isso, a Receita já tem acesso à movimentação financeira e saldos dos contribuintes que são declarados pelas próprias instituições financeiras ao Fisco sem detalhar se foram feitas por TED, DOC e agora pelo Pix. Procurada pelo UOL, a Receita não quis comentar o assunto. Guedes quer tributar o Pix Apesar de o sigilo das operações ser garantido no Pix, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que pretende voltar a falar sobre a criação de um imposto sobre transações após o período eleitoral. Segundo ele, o plano para o tributo inclui a taxação do envio de recursos por meio do Pix. Guedes comparou as transações digitais a uma rodovia com pedágios. Para ele, as operações deveriam ser cobradas, com alíquotas baixas, que poderiam ser de 0,10% ou 0,15%. Errata: o texto foi atualizado Uma versão anterior deste texto informava que a Receita só pode ver o que o contribuinte está movimentando no Pix, TED ou DOC com uma decisão judicial. Na verdade, o contribuinte também pode ser intimado a apresentar extratos bancários se estiver sendo formalmente fiscalizado em um procedimento administrativo. A informação foi corrigida.

Fonte: Uol

Atenção!

Conforme a avaliação semanal do Governo do Estado do RS, a partir do dia 01 de dezembro, Caxias do Sul e demais cidades da serra passam a ser classificadas com a bandeira vermelha, permanecendo assim até o dia 07 de dezembro, quando sairá nova definição.

Entretanto, é importante salientar que o governo projeta que o aumento das restrições dure duas semanas, mas, se for necessário, não descarta prorrogar o prazo ou alterar os protocolos.

Importante mencionar que as medidas de emergência são as mesmas aplicadas no início da pandemia, o que efetivamente muda é que o governo suspendeu temporariamente a cogestão – mecanismo que permite que as regiões do Estado decidam por conta própria adotar restrições mais leves do que as determinadas pelo Piratini.

A partir de agora, todas as localidades em bandeira vermelha deverão seguir as regras previstas pelo Estado, sem flexibilizações.

Com isso, as indústrias deverão passar a operar com 75% (percentual máximo de trabalhadores presentes no turno, ao mesmo tempo, respeitando o teto de ocupação do espaço físico – máximo de pessoas).

Para realizar o cálculo deve ser analisado a lotação máxima do alvará do PPCI e, em cima disso realizar  o cálculo dos 25%.

A mudança na cor da bandeira também implicará no funcionamento dos transportes fretados aos empregados, os quais deverão operar com 50% dos assentos (janela).

Ademais, as empresas que possuem refeitórios internos, deverão respeitar as medidas de higiene e distanciamento, além de manter alguma pessoa servindo o buffet;

Orienta-se aos associados que suspendam “as típicas” confraternizações de final de ano, evitando aglomerações em um momento tão delicado.

Caixa retorna valores não movimentados do saque emergencial do FGTS

Processamento do retorno pode levar até sete dias.

Cerca de R$ 7,9 bilhões do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), creditados nas contas Poupança Social Digital e não movimentados, retornaram dia 30 de novembro, para as contas vinculadas dos trabalhadores, devidamente corrigidos. O balanço foi divulgado pela Caixa Econômica Federal, O processamento do retorno dos valores pode levar até sete dias corridos.

Caso desejem, os trabalhadores ainda podem ter acesso ao saque, cujo valor é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas e inativas no FGTS. Para isso, deverão solicitar pelo aplicativo do FGTS, entre 7 e 31 de dezembro, para que a Caixa transfira novamente o valor a ser sacado para a conta digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. O saque emergencial poderá ser utilizado em transações eletrônicas, saque em espécie ou transferência, sem custo, para outras contas.

A Caixa informa que é preciso estar com os dados cadastrais atualizados para receber o saque emergencial FGTS. Quem ainda não fez o saque e quer ter acesso ao dinheiro deve acessar o aplicativo FGTS, complementar os dados cadastrais e solicitar o saque dos valores, que serão creditados na Conta Poupança Social Digital. O valor e a data do crédito serão informados em seguida.

O Saque Emergencial FGTS foi criado pela Medida Provisória 946/20 para auxiliar os brasileiros no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Desde o início do calendário de saques, foram disponibilizados R$ 37,8 bilhões para mais de 60 milhões de trabalhadores.

Mais dúvidas podem ser esclarecidas nos canais disponibilizados pela Caixa para atender demandas relacionadas ao saque emergencial FGTS: App FGTS, site fgts.caixa.gov.br, Central de Atendimento CAIXA 111, opção 2; e Internet Banking CAIXA. O banco alerta que não envia mensagens com solicitação de senhas, dados ou informações pessoais. A Caixa também não envia links ou pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

Fonte: Agência Brasil

Informe de Rendimentos pela Internet

A Receita Federal simplificou o acesso ao informe de rendimentos do cidadão no Portal e-CAC

A Receita Federal tornou possível o acesso à consulta aos rendimentos informados por fontes pagadoras, disponível no Portal e-CAC, para cidadãos com o uso do código de acesso ou acesso único (conta Gov.Br), já adotado pela Receita Federal para autenticação no portal.

Desta forma, qualquer cidadão que acesse o Portal e-CAC com uma conta de nível avançado, ou seja, com validação biométrica ou bancária, por exemplo, terá acesso às informações de seus rendimentos, que são necessários para preencher a Declaração de Imposto de Renda.

Essa medida é especialmente relevante para contribuintes que estão com seu CPF na situação “PENDENTE DE REGULARIZAÇÃO”, pois poderão consultar pendências, obter seu informe de rendimentos e preencher sua Declaração de Imposto de Renda integralmente pela internet, sem precisar sair de casa.

Vale lembrar que a situação “Pendente de Regularização” significa que o contribuinte estava obrigado por lei a entregar a Declaração de Imposto de Renda. A entrega da declaração resolve a pendência e o CPF volta a ficar REGULAR.

Para realizar a consulta aos rendimentos informados por fontes pagadoras acesse o Portal e-CAC, com o uso do código de acesso ou da conta gov.br, na opção “Declarações e Demonstrativos”, serviço: “Consulta Rendimentos Informados por Fontes Pagadoras”.

Fonte: Receita Federal