Tomazzoni Contabilidade

Month: julho 2015

Economia de Caxias fecha primeiro semestre com queda de 15,4%

Ana Demoliner

Como já era previsto, a economia de Caxias encerrou o primeiro semestre deste ano com todos os números no vermelho. De janeiro a junho, a cidade apresentou uma queda de 15,4% na comparação com o mesmo período de 2014. Para piorar, o segundo semestre não deve ser diferente: a projeção dos especialistas é que 2015 feche com baixas gerais entre 15% e 20%, o que sinaliza que o cenário de retração não dá nenhum sinal de melhora. Os números oficiais da economia e as projeções foram apresentadas pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) e também pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) na tarde desta quinta-feira.

A indústria, considerada o principal motor econômico da cidade, acumula perdas de 21,5% neste ano e 16,6% nos últimos doze meses. A utilização da capacidade instalada do setor atualmente é de 68,9%.— Esse ano está sendo especialmente pior que a crise de 2009 para a indústria porque não se vê nenhuma recuperação à vista, o período de retração está sendo muito longo. Esse é um ano de manutenção, de sobrevivência — acredita Carlos Zignani, diretor de Economia, Finanças e Estatística da CIC, acrescentando que a indústria deve fechar o ano com prejuízos de mais de 20%.

O comércio apresenta desempenho muito semelhante o da indústria e fechou o primeiro semestre acumulando prejuízos de 22,8%. Em 12 meses, a baixa é de 14,8%. Maria Carolina Gullo, assessora de Economia e Estatística da CDL, lembra ainda que o Dia dos Namorados deste ano deve ter sido do “presentinho”, já que o setor caiu 23,8% sobre junho do ano passado.

— Comércio depende muito do clima, da confiança. O tíquete médio de compra em praticamente todos os estabelecimentos caiu muito. Notamos que o consumo agora se restringe aos itens de primeira necessidade — analisa Ivonei Pioner, diretor da CDL.

Serviços, que até então estava um pouco imune à retração, sem números negativos, também se rendeu à crise. O setor agora acumula baixa de 0,3% no ano e junho deste ano foi 3,7% pior que o mesmo mês do ano passado.

— Basicamente a crise começou na indústria, se espalhou para o comércio e agora chega também aos serviços — indica Zignani.

Os números negativos nortearam ainda o mercado de trabalho, que encerrou o semestre com mais de três mil vagas encerradas. Um número igual — ou superior — deve se repetir no segundo semestre, na avaliação dos especialistas. Eles ainda apontaram que sinais de melhora devem aparecer na economia em 2016, especialmente no quesito de exportações, já que as vendas internacionais estão sendo beneficiadas pelo câmbio. Já uma melhora mais expressiva e constante, ao que tudo indica, virá somente em 2017.

Fonte: Jornal Pioneiro

DESATIVAÇÃO DO AMBIENTE DE AUTORIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS (NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e)

Receita Estadual informa que o ambiente “antigo” de autorização de documentos eletrônicos das empresas será desativado no segundo semestre:

A Receita Estadual do Rio Grande do Sul informa que os contribuintes que não migrarem seu sistema de emissão de documentos fiscais para o novo ambiente de autorização de uso ficarão sem poder emitir seus documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e).

O ambiente antigo de autorização será desativado dentro dos próximos meses, e não mais poderá ser utilizado para solicitação de autorização de uso de documentos eletrônicos nem para quaisquer dos demais serviços associados (consulta, cancelamento, etc.).

Por outro lado, o novo ambiente, que desde abril de 2015 é o ambiente oficial de emissão, possui disponibilidade e capacidade de atendimento muito superiores às do ambiente que será desativado. O ambiente “novo” está instalado em dois locais distintos, que permanecem sempre ativos simultaneamente, conferindo-lhe altíssima disponibilidade, e é capaz de suportar problemas técnicos sem afetar a operação das empresas, além de possui melhor performance e mais capacidade de processamento nos serviços vinculados a autorização de Documentos Fiscais Eletrônicos.

 

O que as empresas devem fazer para poderem continuar emitindo seus documentos fiscais eletrônicos após a desativação do ambiente antigo?

Para não correr o risco de ficar sem emitir seus documentos fiscais a partir da desativação do ambiente antigo, as empresas precisam atualizar seus sistemas emissores de documentos fiscais:

– Empresas que utilizam os emissores gratuitos disponibilizados pelo fisco devem garantir que estão utilizando a última versão dos aplicativos emissores em todos os pontos de emissão da empresa.

Empresas que utilizam sistema próprio de emissão devem trocar em seus sistemas os endereços de internet (URL dos Web Services) pelos quais a aplicação emissora se comunica com o ambiente autorizador da Receita Estadual. A lista dos novos endereços (URL) está publicada nos Portais Nacionais, na página da SEFAZ/RS e relacionada no anexo desta notícia.

 

Sobre a autorização de documentos fiscais eletrônicos no RS:

Atualmente são autorizados no RS, por dia, mais de 2 milhões de documentos fiscais eletrônicos, entre notas fiscais, conhecimentos de transporte e manifestos de carga, emitidos por mais de 400 mil empresas do país. Isso porque, além de atender aos contribuintes gaúchos, o Rio Grande do Sul também fornece às demais Unidades Federadas o ambiente para a autorização de documentos eletrônicos.

ANEXO:

NOVOS ENDEREÇOS (URL) DOS AMBIENTES DE AUTORIZAÇÃO DE
USO DE DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS – SEFAZ RS/SEFAZ VIRTUAL RS

 

Informação do Endereço IP

O acesso aos Web Services deverá sempre ser feito sem a informação do endereço IP (IP fixo) pelas empresas, deixando a resolução de nomes para os servidores DNS (Domain Name System) da SEFAZ. Do contrário, a empresa não contará com os benefícios dos dois locais em contingência ativa (“cluster geográfico”), automática e que torna desnecessária qualquer ação por parte da empresa (no caso de falha num dos sites a empresa é automaticamente direcionada ao site ativo).

Contudo, notamos que algumas empresas fazem o acesso através das URL disponibilizadas, mas precisam também dos endereços IP para que possam configurar o seu firewall de saída. Caso contrário, não conseguem acessar os Web Services. Para estas empresas que usam controle de endereço IP no firewall, precisamos indicar a necessidade de liberação dos blocos de endereço IP 200.233.4.0/23 e 200.233.14.0/23.

 

Certificado do Site do Ambiente de Autorização

Para a Nota Fiscal Eletrônica, dependendo da plataforma em que foi desenvolvida a aplicação da empresa, é necessário instalar o Certificado Digital do ambiente de autorização da SEFAZ que está sendo acessado. Este Certificado Digital é o mesmo para todos os ambientes e está disponível na internet em página web publicada no endereço de domínio do Web Service, conforme exemplo a seguir:

Ex.: NF-e Ambiente de Homologação: https://nfe-homologacao.sefazrs.rs.gov.br/

 

Paradas Programadas

Outra vantagem do uso do ambiente novo é que as paradas programadas para manutenção do ambiente deixarão de afetar as empresas, devido à redundância dos sites, não mais sendo necessária a ativação da contingência, como ocorria no ambiente antigo.

Existe uma parada programada para o início de setembro/2015 que não afetará o novo ambiente de autorização, mas que causará uma indisponibilidade do ambiente antigo. Por isso, apenas as empresas que já estiverem utilizando os novos endereços URL não serão afetadas por essa parada.

 

Endereços dos Web Services (URL) dos novos ambientes:

Nos links a seguir estão listados os endereços URL dos novos ambientes. Importante ressaltar que nestes novos ambientes foram diferenciadas as URL da NF-e e NFC-e.

 

Relação de Web Services da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Relação de Web Services da Nota Fiscal a Consumidor Eletrônica (NFC-e)

Relação de Web Services do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)

Relação de Web Services do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e)

PRAZO PARA CANCELAMENTO DA NFE (MOD 55) – INSTRUÇÃO NORMATIVA RE Nº 037/15

(DOE 28/07/15)

Porto Alegre, 23 de julho de 2015.

Introduz alteração na Instrução Normativa DRP nº 45/98, de 26/10/98.

O SUBSECRETÁRIO DA RECEITA ESTADUAL, no uso de atribuição que lhe confere o artigo 6º, VI, da Lei Complementar nº 13.452, de 26/04/10, introduz a seguinte alteração na Instrução Normativa DRP nº 45/98, de 26/10/98 (DOE 30/10/98):

  1. No Capítulo XI do Título I, é dada nova redação ao subitem 20.4.1, conforme segue:

“20.4.1 – A NF-e poderá ser cancelada em até 7 (sete) dias, contados do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação do serviço.”

  1. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

MARIO LUIS WUNDERLICH DOS SANTOS,

Subsecretário da Receita Estadual.

O Portal de Legislação da Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul é destinado ao uso estritamente informativo e não prescinde da busca aos documentos originais ou publicados na imprensa oficial para fins de prova da existência de direito.